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quinta-feira, 4 de abril de 2013

Curando Ressaca com Pérolas!

Essa história "Lezada" aconteceu com James Humphries, 34 anos, morador de Cornualha, no Reino Unido.
Após uma noite de bebedeira intensa, James se dirigiu a uma peixaria local para realizar um ritual que, segundo ele, é tiro e queda para curar a ressaca: comer ostras. Nosso herói comprou duas ostras frescas e, ao se deliciar com as iguarias, sentiu um “caroço” na boca. Quando cuspiu o objeto estranho, se deparou com uma pequena esfera que, posteriormente, foi identificada como uma pérola.
“Eu costumo comer ostras aos sábados de manhã. Elas são a cura perfeita para a ressaca – refrescantes, saborosas e muito melhores que uma lata de energético. Eu estava comendo uma quando notei algo estranho na minha boca. Pensei que uma obturação tivesse caído. Foi só quando cuspi que descobri ser uma pérola. É pequena, mas perfeitamente formada e absolutamente adorável”, disse James.

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Quais segredos o Lago Vostok esconde?

Cientistas estão no mais inóspito ambiente da Terra -o interior do continente antártico. E as águas do lago Vostok  que eles pretendem estudar ficam sob 3,6 km de gelo.

Imagen da localização do lago Vostok pelo Google Earth
Porem há cerca de 65 milhões de anos atrás, quando ele estava na superfície, a configuração dos continentes era bem diferente.

A Antártida estava conectada à Austrália e ainda tinha clima subtropical, com florestas e fauna expressiva.

A separação das duas massas de terra, com o gradual avanço da Antártida para o polo Sul, levou ao congelamento permanente. Estima-se que a capa de gelo tenha selado o conteúdo do lago Vostok entre 25 milhões e 14 milhões de anos atrás.
"Ou seja, as formas de vida lá existentes evoluíram de maneira independente há mais tempo do que o passado desde que nossos ancestrais desceram das árvores", diz Eduardo Janot Pacheco, astrônomo da USP.

Dadas as atuais condições ambientais, a existência de criaturas multicelulares sofisticadas no interior do lago é altamente improvável. Imagina-se que ele seja um ambiente dos mais inóspitos, saturado em nitrogênio e oxigênio, com concentrações 50 vezes maiores do que a em lagos típicos da Terra.

Além disso, a falta de luz solar deve levar a uma baixa presença de nutrientes, que limitaria a evolução da vida. Com efeito, é o que torna tudo tão interessante.

De que maneiras os organismos teriam se adaptado a essas condições?

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Menina brincava com pedre rare e preciosa!

A inglesa Thea Jourdan comprou por cerca de R$56, um broche com uma pedra rosa envolto por pedrinhas brilhantes, ha cinco anos, em uma loja de produtos usados.

O enfeite acabou agradando ainda mais sua filha, Imogen, de 4 anos. A menina usava o broche com sua fantasia de princesa e tambem na fita do cabelo.

O que elas nem imaginavam e que o "brinquedo" e, na verdade, uma jóia do inicio do século XIX, que possivelmente fez parte da tiara ou da coroa de alguma czarina russa.

A descoberta foi feita neste ano, quando ao fazer a avaliacao do anel de noivado de Thea, numa joalheria local notaram o broche. A pessoa que estava fazendo os testes tirou o enfeite de dentro da caixa de joias da mulher e, ao usar um equipamento proprio, notou que as pedras brilhantes eram, na verdade, 27 diamantes.

"Pensei que nesses anos todos, a Imogen tinha usado o broche para brincar. Ou seja, se ela o tivesse perdido, eu seria capaz de nem notar”. Já a pedra rosa, outra parte a joia, e um topazio de 20 quilates.

Assim que descobriu o “tesouro”, Thea mandou um e-mail contando a história do broche, junto com uma foto, para a casa de leilao londrina Bonhams, conhecida por vender peças finas. Para surpresa da mulher, ela recebeu uma resposta imediata da casa pedindo para que ela levasse o enfeite para avaliação.

Depois de alguns testes, a famosa casa de leilões afirmou que em uma semana o broche estara a venda com um preço até que conservador: entre 3 e 4 mil libras, aproximadamente entre R$ 8,4 e R$ 11,4 mil. I

Isso porque a peça e considerada rara principalmente por conta do topazio rosa. São esperados lances do mundo todo.

“Fico triste somente porque a Imogen nao vai gostar de ficar sem o broche. Mas sei que, no futuro, ela vai entender”, acredita. Ela afirmou ainda que pretende colocar o dinheiro que arrecadar com o leilao em um fundo para custear os estudos da filha.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Alíem Guardado por 2 anos na Geladeira!

Parece que se seres de outros planetes realmente vierem para Terra já escolheram até o local para os pousos, e vai ser na Rússia.

O que você faria se encontrasse o corpo de um alien a sua frente? Chamaria a polícia? Iria fugir? Fingiria que nem viu e seguiria andando?
Bem, a russa Marta Yegorovnam decidiu pegar o corpo da estranha criatura, levar para casa e guardar na geladeira. E assim o suposto ser do outro mundo ficou descansando nos últimos dois anos.

Esse aí é o cara de Verdura! Tem até um bracinho .

Marta diz que descobriu o alienígena em um "local de acidente", depois de ouvir um barulhão perto da sua casa, em Petrozavodsk, na Rússia.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Educação vem antes do berço!

Tive uma diretora na época de escolaque dizia:

"Educação se aprende em casa, traz para à escola e carrega para o resto da vida!"

Que ela estava certa não há dúvidas, mas foram além, gentileza teria fundamentos genéticos, sugere estudo

Pessoas dotadas de um certo traço genético são mais gentis e carinhosas do que as demais e esta característica pode ser rapidamente identificada por estranhos, revelou um estudo publicado esta segunda-feira nos Estados Unidos.

Esta variação é relacionada com a ocitocina, gene receptor também conhecido como "hormônio do amor" porque costuma se manifestar nas relações sexuais e incita comportamentos sociais como união e empatia.

Cientistas da Universidade do estado do Oregon desenvolveram um experimento no qual 23 casais, cujos traços genéticos eram conhecidos dos pesquisadores mas não dos observadores, foram filmados.

Pediu-se a um dos membros do casal que contasse ao outro sobre um período de sofrimento de sua vida.
Os observadores deviam abservar o ouvinte por 20 segundos, com o som desligado.

Na maior parte dos casos, os observadores conseguiram identificar quais ouvintes tinham o "gene da gentileza" e quais não, revelou a pesquisa, cujos resultados foram publicados na edição de 14 de novembro do periódico Proceedings of the National Academy of Sciences.

"Nossas descobertas sugerem que até mesmo a variação genética mais sutil pode ter impacto tangível no comportamento das pessoas e que estas diferenças comportamentais são rapidamente notadas pelos demais", explicou o principal autor do estudo, Aleksandr Kogan, estudante de pós-doutorado da Universidade de Toronto.

Nove entre 10 pessoas, consideradas "menos confiáveis" pelos observadores neutros tinham a versão A do gene, enquanto 6 entre os 10 considerados os "mais pró-sociais" tinham o genótipo GG.

Os participantes da pesquisa foram testados antecipadamente e identificados como detentores dos genótipos GG, AG ou AA para a sequência de DNA do gene receptor de ocitocina (OXTR).
Educação está na sua árvore genealôgica

As pessoas com duas cópias do alelo G foram geralmente consideradas mais empáticas, confiáveis e amorosas.

As dotadas dos genótipos AG ou AA tenderam a dizer que se sentiam menos confiantes de modo geral e menor sensibilidade parental. Pesquisas anteriores demonstraram que estes indivíduos também apresentavam um risco mais elevado de desenvolver autismo.

"Nosso estudo questionou se estas diferenças se manifestam em comportamentos rapidamente detectáveis por estranhos e demonstrou que são", explicou.

No entanto, nenhum traço genético pode prever totalmente o comportamento de uma pessoa e é necessário fazer mais pesquisas para descobrir como esta variação afeta a biologia comportamental.

Ou seja, não basta doar os genes os pais ainda têem que fazer eles funcionarem!

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Caretas com cerca de 5 mil anos

A seca recorde na bacia central do Amazonas permitiu a descoberta de gravuras rupestres de rostos, feitas em baixo relevo, em rochas que estavam submersas.

O conjunto de rochas fica na margem esquerda do encontro das águas dos rios Negro e Solimões, em Manaus.

Arqueólogos e geólogos dizem que as gravuras podem ter sido feitas há 5.000 anos por populações indígenas que habitavam a região.



Seis pescadores descobriram as gravuras em 25 de outubro, segundo o engenheiro florestal Akira Tanaka, subgerente do Cepeam (Centro de Projetos e Estudos Ambientais do Amazonas).